A Lia conversa por voz com você, e com quem você quiser convidar, e transforma a sua história num livro que dá pra ler e ouvir, em qualquer lugar, por um link.
O agente liga ou chama no WhatsApp e conduz a entrevista por voz. Sem formulário, sem digitar.
Adicione de 10 a 50 pessoas por e-mail ou WhatsApp. Cada uma é entrevistada sobre o biografado.
As vozes são transcritas, organizadas em capítulos e costuradas numa narrativa única e fiel.
Em PDF, audiolivro na sua voz ou impressão capa dura. E guardado para sempre na sua estante.
Para registrar a própria história no seu ritmo.
A biografia coletiva, o presente perfeito.
Hospedagem viva e novos capítulos para sempre.
O livro é a compra única que abre a porta. A recorrência vem de manter as memórias vivas, com hospedagem, novas vozes, descoberta de outras histórias e canais institucionais. Cada convidado do coro é exposto ao produto, o que gera viralidade embutida e reduz o custo de aquisição.
Você pode começar sozinho e convidar o coro depois, ou já reunir todo mundo agora. Dá para trocar quando quiser.
O biografado é entrevistado, e de 10 a 50 pessoas que o conhecem também. A IA junta tudo numa biografia rica e surpreendente. Ideal de presente.
Você conta sua história diretamente ao agente, no seu ritmo. Se quiser, convida o coro mais tarde com um clique.
Eles recebem um link. O agente entrevista por voz, no idioma deles.
Transcrição, curadoria, costura narrativa e diagramação, com revisão humana opcional antes da impressão.
23 vozes, 550 áudios
Temas, datas, pessoas
Capítulos, voz fiel
Layout e fotos
Pronto para a estante
78 por cento concluído, escrevendo o Capítulo 2, "A Caverna do Diabo, onde encontrei Deus".
Para a garota da capa, que continua sendo a primeira página de tudo. E para os sete, e para os doze, que são a melhor coisa que estas mãos ajudaram a construir.
Há cavernas que a gente entra para se perder, e há cavernas que a gente entra para finalmente se encontrar. Eu tive a graça de entrar na segunda.
Eu tinha os meus vinte e poucos anos quando subimos a serra rumo a Eldorado Paulista, e me lembro de que a estrada cheirava a terra molhada e a folha pisada, daquele cheiro verde que o Vale do Ribeira tem e que nenhuma cidade conseguiu copiar.
O nome assustava, Caverna do Diabo, e a gente ria do nome para não sentir o frio que ele dava. Mas quando entramos, o riso ficou para trás na boca da gruta, junto com a luz do dia.
Lá dentro a escuridão não era a ausência de luz, era uma coisa com peso, uma coisa que encostava na pele. O barulho da água pingando ecoava como se a pedra estivesse respirando.
Eu me lembro de uma gota fria que caiu exatamente na minha nuca e me fez parar. Foi ali, parado, um pouco atrás dos outros, que aconteceu.
Eu simplesmente soube, com uma certeza que descia do alto da cabeça até a sola dos pés, que eu não estava sozinho naquele escuro. Não era medo. Era o contrário do medo.
As lágrimas vieram antes de eu entender que estava chorando. Chorei sozinho no escuro, e foi o choro mais limpo da minha vida.
Quando saímos, a luz do dia me machucou os olhos, e eu fiquei ali piscando como quem nasce. O mundo estava igual. Mas eu não estava igual.
Ele passou a mão na capa devagar, ficou calado, e falou baixinho: você guardou a minha voz.Mario Sebok, o filho que reuniu os 550 áudios
23 vozes, família Sebok
9 vozes, desde 1937
31 vozes, capoeira
B2B, empresa
12 vozes, em alemão